terça-feira, 14 de julho de 2009

Visite o nosso fotolog


Tendências de decoração para o seu consultório apresentadas durante a Casa Cor São Paulo





1) Piso - o piso escolhido foi uma manta vinílica da Linha Abstrato da Tarkett - Fademac com uso apropriado para ambientes de saúde. Foi importado especialmente para o lançamento no mercado brasileiro durante a CASA COR. É lavável, heterogêneo, monolítico e apresenta um grafismo nas cores preto e branco;


2) Mesa de Exames - a mesa de exame do consultório foi desenhada pelas arquitetas em parceria com a empresa TETO, responsável pela execução de todo o mobiliário do espaço. Além de formato orgânico, ela é suspensa do chão. Destaque para a cor amarela aplicada com tinta poliuretano ultra-resistente. Esta peça também será comercializada a partir de seu lançamento na Casa Cor São Paulo;


3) Sofá - o sofá orgânico também foi desenvolvido pela TETO para compor o espaço. É uma peça interessante, circular e preenche toda a sala de espera. É revestido com tecido na cor amarelo da Regatta Tecidos;


4) Iluminação – em parceria com a Dominici e com a empresa de lumiotécnica Studio Arqlux, as arquitetas trabalharam com elementos atuais, fazendo uso dos recursos tecnológicos que a empresa possui. Esta parceria permitiu criar cenas diferenciadas para o espaço com criatividade, valorizando cada detalhe do projeto. Destaque para os pendentes italianos Aqua Cil, instalados sobre a mesma bancada da recepção, que são do designer inglês Ross Lovegrove. Essa peça foi lançada na Eurolucce de Milão deste ano. Esta luminária não emite apenas luz, internamente, o difusor reflete ondas para fora de maneira ampla. Externamente, sua superfície espelhada reflete e desmaterializa o caráter físico do objeto. Estrutura em alumínio e difusor em alumínio, com acabamento espelhado;


5) Revestimento vinílico - as paredes receberam um revestimento vinílico que é lavável e também próprio para a área de saúde. Desta maneira, foi possível imprimir uma textura diferenciada, sem abrir mão da facilidade da manutenção e observando a necessidade de assepsia do local. O material escolhido é branco canelado da linha Varano, da empresa holandesa representada no Brasil pela Rivestire Atelier;


6) Acessórios – todos os acessórios que ambientam o espaço - como vasos decorativos, vasos de flores, porta lápis, saboneteiras e lixeiras - são da Art Mix, loja especializada em artigos para copa, cozinha e banheiro;


7) Obras de Arte – tanto as esculturas de parede, como as de piso, foram fornecidas pela Galeria André. As esculturas de chão são da série equilibristas do artista Inos Corradin, a Caixa de Pregos é de Geraldo Loyola e os Fragmentos de Cubos são de Cássio Lázaro.



Ana Paula Naffah Perez e Ana Carolina M. Tabach
C+A Arquitetura e Interiores

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Slide show no Flickr

Acesse o nosso slide show no Flickr:

http://www.flickr.com/photos/anasnacasacor/show/

Vai decorar o seu consultório? Conheça as dicas da C+A Arquitetura e Interiores





Se você ainda não viu, tem até o dia 14 de julho, data de encerramento da Casa Cor São Paulo, para conhecer as últimas tendências na decoração de consultórios médicos


Com dez anos de uma trajetória profissional bem sucedida, a C+A Arquitetura e Interiores participou, pela primeira vez, neste ano, da Casa Cor São Paulo. O objetivo das arquitetas Ana Paula Naffah Perez e Ana Carolina M. Tabach foi o de conceber um ambiente onde as tendências em arquitetura de saúde ficassem evidenciadas. “O conceito do nosso espaço está baseado na própria experiência do nosso escritório. Em mais de uma década, já assinamos mais de 50 projetos de clínicas e consultórios médicos, em todo o país”, conta Ana Paula Naffah Perez, diretora de projetos da C + A Arquitetura e Interiores.


“Nosso ambiente na CASA COR é um espaço de 38,00 m², funcional, contemporâneo, aconchegante e adaptado às legislações específicas para ambientes de saúde. Investimos tempo e dedicação... Executamos vários estudos para criar uma sala de espera e um consultório médico que apontam tendências para os profissionais de saúde”, revela a arquiteta. Nas paredes forradas com vidro branco, as arquitetas fizeram “uma brincadeira” com a aplicação de letras confeccionadas em acrílico, onde imprimiram o nome de várias especialidades médicas.


A Espera do Consultório-Lincx é um ambiente inovador, que transparece o equilíbrio entre design, funcionalidade e tecnologia de ponta, elementos que podem ser percebidos nos detalhes do projeto, na fabricação da marcenaria e na iluminação. O design arrojado e contemporâneo dos móveis, com suas formas orgânicas e arredondadas, bem como a escolha de cores neutras - com destaque para uma única cor: o amarelo - imprimem personalidade ao projeto. “A iluminação é um elemento arquitetônico essencial neste ambiente. Foi pensada para valorizar o espaço de convivência do médico com o paciente, tornando-o muito acolhedor. O emprego de um novo piso vinílico, apropriado para a área da saúde, completa as novidades que apresentamos na CASA COR”, explica diz a arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C + A Arquitetura e Interiores.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Importância das cores para os ambientes de saúde




As pesquisas e estudos sobre o uso das cores nos ambientes de saúde têm, continuamente, reforçado o quanto estes elementos podem contribuir para o conforto e recuperação dos pacientes. “A cor pode ser entendida como uma poderosa linguagem que afeta não apenas as sensações psicológicas, mas também desperta os sentidos e a percepção do espaço, influenciando no estado de espírito das pessoas. A utilização de referências cromáticas na ambientação dos espaços de saúde é uma prática incontestável”, informa Ana Carolina M. Tabach. As diferentes sensações provocadas pelas cores podem ser utilizadas para valorizar ou mesmo incrementar um ambiente. “As cores mais suaves e neutras podem trazer sensações de tranqüilidade e conforto, já cores mais intensas e quentes podem dar mais vida e energia ao ambiente. Também é possível utilizar cores combinadas, criando brincadeiras com listras, arabescos ou formas geométricas, tornando os espaços mais alegres e divertidos”, explica Tabach.

Ilumine o seu consultório





Além de iluminar, o projeto de luminotécnica dos ambientes de saúde deve contemplar também o estudo do impacto dos efeitos biológicos e psicológicos da luz sobre o usuário. “Devemos considerar ainda as características específicas das atividades e procedimentos médicos, dos equipamentos e tecnologias utilizados no consultório e as suas demandas de luminosidade”, explica a arquiteta Ana Paula Naffah Perez, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores. O clima tropical do Brasil proporciona condições para um maior aproveitamento da luz natural no interior das edificações. “A iluminação natural traz diversos benefícios para a saúde, além de proporcionar a sensação psicológica do tempo, tanto cronológico quanto climático. A luz artificial, necessária à noite e nos dias nublados, deve ser vista sempre como uma complementação e nunca como uma substituição da luz natural”, destaca Perez.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Disponibilize o acesso à Internet no seu consultório




Como vivemos numa era de hiperconectividade, a sala de espera pode oferecer computadores com acesso à internet, com o site da clínica como página inicial, ou mesmo uma rede wireless. “A tendência é que cada vez mais as salas de espera de consultórios e clínicas tenham espaços exclusivos para os pacientes e acompanhantes acessarem a internet, por isso, sempre procuramos criar um local adequado para acesso à rede em nossos projetos, além de optarmos por mobiliários adequados e ergonômicos”, informa a arquiteta Ana Paula Naffah Perez.

Escolha cores apropriadas para o seu consultório




As pesquisas e estudos sobre o uso das cores nos ambientes de saúde têm, continuamente, reforçado o quanto estes elementos podem contribuir para o conforto e recuperação dos pacientes. “A cor pode ser entendida como uma poderosa linguagem que afeta não apenas as sensações psicológicas, mas também desperta os sentidos e a percepção do espaço, influenciando no estado de espírito das pessoas. A utilização de referências cromáticas na ambientação dos espaços de saúde é uma prática incontestável”, informa Ana Carolina M. Tabach.

As diferentes sensações provocadas pelas cores podem ser utilizadas para valorizar ou mesmo incrementar um ambiente. “As cores mais suaves e neutras podem trazer sensações de tranqüilidade e conforto, já cores mais intensas e quentes podem dar mais vida e energia ao ambiente. Também é possível utilizar cores combinadas, criando brincadeiras com listras, arabescos ou formas geométricas, tornando os espaços mais alegres e divertidos”, explica Tabach.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Pense no conforto do seu paciente



Enquanto espera pelo atendimento médico, é muito importante que o paciente esteja acomodado num local confortável, para evitar que o seu mal estar e a sua ansiedade aumentem. “No nosso ambiente na Casa Cor São Paulo, procuramos refletir esta preocupação. O design arrojado e contemporâneo dos móveis, com suas formas orgânicas e arredondadas, bem como a escolha de cores neutras - com destaque para uma única cor: o amarelo - imprimem personalidade ao projeto e deixam a Espera do Consultório muito confortável”, conta a arquiteta Ana Paula Naffah Perez.

Um toque especial na sala de espera do consultório




A sala de espera do consultório deve ser projetada de forma a oferecer “algo a mais” para seus usuários, neste caso, o foco é oferecer conforto ao paciente e a seus acompanhantes. “Ao invés da TV em um volume alto e incômodo e com uma programação que nem sempre agrada a todos, é importante ter luz natural nestes ambientes, com vista para o skyline da cidade, ou, se possível para um jardim externo. Também podemos criar um suporte adequado e diferenciado para oferecer folhetos explicativos e matérias com informações sobre programas de saúde preventiva, de preferência na especialidade do médico. Estes detalhes do projeto fazem a diferença”, diz a arquiteta Ana Carolina Tabach.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Um projeto sustentável




Neste ano, a organização da CASA COR propôs um desafio aos seus participantes: incluir o tema sustentabilidade em todos os seus espaços. Aderindo à proposta, a C + A Arquitetura e Interiores projetou a Espera do Consultório para ser um ambiente inovador, que transparece o equilíbrio entre design, funcionalidade, tecnologia e sustentabilidade.

Os materiais utilizados foram cuidadosamente escolhidos e são todos certificados ou ecologicamente corretos, atendendo aos critérios de sustentabilidade, tais como: economia de energia e água, reciclagem e reuso dos materiais, uso da madeira e compostos de madeira, regionalidade dos materiais, acessibilidade, responsabilidade sócio-ambiental e a garantia de um ambiente interno saudável.

Para economizar energia, escolhemos um tipo específico de quadro elétrico e fomos rigorosas com a escolha das lâmpadas. A torneira especificada possui sensor e garante a redução no consumo de água em até 70%. O piso vinílico e o revestimento das paredes são certificados. A tinta utilizada é à base de água e também possui o selo verde. O ambiente ainda conta com ventilação natural cruzada, minimizando a utilização do ar condicionado. Toda a marcenaria foi executada em MDF, um composto de madeira ecologicamente correto.

Para assegurar a reciclagem e o reuso dos materiais de construção e entulho, firmamos uma parceria institucional com o Projeto Arrastão, ONG que recolherá, após o término do evento, todas as sobras do espaço para serem aproveitadas em construções de comunidades carentes.




Ana Paula Naffah Perez e Ana Carolina M. Tabach

C+A Arquitetura e Interiores

terça-feira, 23 de junho de 2009

Queremos registrar o nosso muito obrigada



No nosso ambiente, as paredes receberam um revestimento vinílico que é lavável e também próprio para a área de saúde. Desta maneira, foi possível imprimir uma textura diferenciada, sem abrir mão da facilidade da manutenção e observando a necessidade de assepsia do local. O material escolhido é branco canelado da linha Varano, da empresa holandesa representada no Brasil pela Rivestire Atelier.

A palavra é desospitalização...





A “desospitalização dos ambientes de saúde” faz também parte de um conceito mais amplo de ambientes saudáveis, onde a adoção de uma série de medidas e de ações faz com que a estrutura física de uma instituição de saúde colabore com a recuperação dos pacientes. “Neste contexto de ambientes saudáveis, muitas variáveis podem ser trabalhadas dentro do projeto de arquitetura, como o conforto térmico e acústico, a valorização da iluminação natural e artificial, a ambientação com uso de cores, a acessibilidade, dentre muitos outros”, enumera a arquiteta Ana Paula Naffah Perez, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Estamos presentes no Flickr também



Para celebrar a nossa felicidade em participar da Casa Cor São Paulo, criamos um flickr também. Veja: http://www.flickr.com/photos/anasnacasacor/

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Iluminação em destaque





Em parceria com a Dominici e com a empresa de lumiotécnica Studio Arqlux, as arquitetas trabalharam com elementos atuais, fazendo uso dos recursos tecnológicos que a empresa possui. Esta parceria permitiu criar cenas diferenciadas para o espaço com criatividade, valorizando cada detalhe do projeto. Destaque para os pendentes italianos Aqua Cil, instalados sobre a mesma bancada da recepção, que são do designer inglês Ross Lovegrove. Essa peça foi lançada na Eurolucce de Milão deste ano. Esta luminária não emite apenas luz, internamente, o difusor reflete ondas para fora de maneira ampla. Externamente, sua superfície espelhada reflete e desmaterializa o caráter físico do objeto. Estrutura em alumínio e difusor em alumínio, com acabamento espelhado.

Saudação ao mais novo parceiro intitucional




Atendendo ao chamado da CASA COR, a ESPERA DO CONSULTÓRIO-LINCX, concebido pela C + A Arquitetura e Interiores, também agrega elementos que revelam preocupação sustentável com o meio ambiente. “Solicitamos aos fornecedores todas as informações necessárias para relacionarmos os itens sustentáveis do nosso espaço. Incluímos nesta lista o piso vinílico, o dry wall, a tinta, a louça, o metal sanitário e os itens de iluminação. Os móveis foram executados em MDF, que é um aglomerado de madeira certificado”, conta a arquiteta Ana Paula Naffah Perez, diretora de projetos da C+ A Arquitetura e Interiores.

“Para economizar energia, escolhemos um tipo específico de quadro elétrico e fomos rigorosas com a escolha das lâmpadas. Para assegurar a reciclagem e o reuso dos materiais, firmamos uma parceria institucional com o Projeto Arrastão, que recolherá, após o término da CASA COR, todas as sobras do nosso espaço para serem reaproveitadas em construções de comunidades carentes. E após a CASA COR, o Arrastão fará o mesmo, em todos os projetos da C+A Arquitetura e Interiores”, explica Perez.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Para conceber um projeto de saúde



Quando estamos falando de obras e reformas em hospitais, centros médicos, clínicas ou mesmo em consultórios, o importante é que sejam avaliadas as reais necessidades do cliente. “É fundamental que o arquiteto entenda o trabalho desenvolvido por aquele profissional e pelo estabelecimento de saúde, antes de iniciar o projeto. Só a partir daí é possível planejar uma construção ou uma reforma que atenda às expectativas de seus proprietários, funcionários e usuários e que seja realmente funcional”, explica a arquiteta Ana Paula Naffah Perez, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores.

Para tanto, a relação entre o profissional de saúde e o arquiteto deve ser a mais harmônica possível. “Essa parceria deve acontecer antes mesmo da definição do local ou do terreno onde será instalado o novo estabelecimento de saúde. As áreas necessárias para o empreendimento e a viabilidade técnica do local precisam ser discutidas em conjunto. Por exemplo, é fundamental proceder uma pesquisa de restrição e uso de solo junto à Prefeitura e verificar se a região permite a instalação de uma unidade hospitalar”, recomenda a arquiteta.

Além de uma estreita relação entre o profissional de saúde e o arquiteto, é fundamental a participação dos gestores e profissionais de facilities na concepção do projeto. “Esses dois elementos devem andar em conjunto, pois a construção civil, propriamente dita, é uma etapa relativamente fácil a ser vencida. O grande desafio é fazer o prédio funcionar, depois da inauguração, de maneira econômica e eficiente”, analisa Ana Paula Naffah Perez.

Variáveis de um projeto de saúde




De acordo com a arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores, o projeto de saúde deve atender a alguns requisitos fundamentais, que influenciam no resultado final do estabelecimento de saúde. “O primeiro é a flexibilidade e a possibilidade de expansão, sem interferir no funcionamento das atividades que já estão em funcionamento. O projeto precisa ser imaginado com uma vida útil longa, não apenas enfocando a área física. Ele deve, por exemplo, prever um possível aumento da capacidade de atendimento e estar pronto para as prováveis expansões tecnológicas, atendendo à demanda e ao surgimento de novos equipamentos”, diz.

Outra característica que deve ser contemplada no planejamento é a racionalização dos espaços, uma vez que o valor do metro quadrado construído dessas instituições é muito mais alto do que o das áreas residenciais e corporativas. “Além de racional, o projeto tem que ser inteligente, econômico e sustentável”, defende Ana Carolina Tabach.


O controle de infecções é outro aspecto que deve ser muito discutido, pois implica em detalhes arquitetônicos importantes. “Essa é uma preocupação fundamental se a unidade de saúde realizar atividades de alta complexidade, como por exemplo, procedimentos cirúrgicos. É muito importante que se trate o ambiente cirúrgico como uma área restrita, com controle de acesso e barreiras físicas que permitam diminuir o risco de contaminações”, conta Ana Carolina.

Nos dias de hoje, não podemos deixar de considerar a humanização do ambiente. “E isso representa projetar ambientes com menos aparência de hospital, utilizando recursos de projeto, seja por meio da criação de aberturas que permitam iluminação e ventilação natural, seja pela escolha das cores nas paredes ou até por um projeto de paisagismo diferenciado”, conta a arquiteta.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Dicas na hora de fazer o seu projeto de saúde


1) O arquiteto que pretende criar uma unidade de saúde deve observar algumas questões, dentre estas, a própria dimensão da unidade. A tendência hoje é que diversas especialidades médicas estejam desvinculadas de grandes hospitais. O que se vê é o crescimento de clínicas com vários consultórios em um mesmo local. Isso é fundamental para a redução da ociosidade e do alto custo de manter essas especialidades em hospitais. “Estes locais voltados ao atendimento ambulatorial – os chamados hospitais-dia – se caracterizam pela curta permanência do paciente, até em casos de intervenções cirúrgicas. Tudo isso resulta em um custo operacional mais baixo”, conta Ana Paula Naffah Perez;

2) O tamanho mínimo de um consultório também precisa ser considerado. Recomenda-se uma área de aproximadamente 12,00 metros quadrados, prevendo local para anamnese e exame do paciente. “Outra preocupação diz respeito à iluminação das salas. Em muitos exames, existe a necessidade de black-out na sala. Esse escurecimento deve ser feito por meio de persianas ou por um sistema de dimerização, que possibilitem ao profissional de saúde regular a intensidade da iluminação, de acordo com a necessidade do exame ou do procedimento”, esclarece Ana Carolina Tabach;

3) Quanto à refrigeração dos ambientes de saúde, existem normas muito específicas para isso. “Alguns ambiente poderão contar apenas com ar-condicionado para conforto ambiental, outros ambientes deverão seguir as restrições de filtragem e volume de troca de ar específicas”, diz Perez;

4) A sala de espera de clínicas e consultórios deve ser ampla, para dar ao paciente sensação de espaço. “A sala de espera deve ser planejada para comportar, em média, quatro pacientes por consultório. Se a clínica contar com dez consultórios, por exemplo, o espaço deve possuir aproximadamente 40 lugares”, explica Tabach;

5)“É necessário também que o projeto planeje áreas destinadas ao conforto do corpo clínico. Refeitórios, banheiros e vestiários privativos, copa com frigobar e bebedouro são alguns desses recursos. O fácil acesso ao consultório também conta pontos a favor”, conta a arquiteta Ana Paula Naffah Perez.