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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Planejamento do edifício de saúde





Um bom planejamento do edifício de saúde permitirá que os projetos sejam desenvolvidos com objetividade e dentro de um cronograma pré-estabelecido, que terá impacto sobre os custos dos investimentos, os custos operacionais e os custos de manutenção futura desta edificação. “As decisões devem levar em conta que os edifícios de saúde devem ter infra-estrutura de vida longa e por isso precisam ser projetados com flexibilidade, para que possam ser adaptadas facilmente às inúmeras alterações. É preciso ter em mente que certamente virão mais avanços tecnológicos e que futuras expansões se mostrarão necessárias”, diz a arquiteta Ana Paula Naffah Perez, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores.

Inicia-se então o projeto com a elaboração de um programa de necessidades que traduzirá aspectos funcionais e operacionais do empreendimento, respeitando o dimensionamento dos espaços, seja pelas características das atividades ali desenvolvidas, seja pelas restrições das normas de órgãos regulamentadores, como por exemplo, o Ministério da Saúde, o Código de Obras, o Corpo de Bombeiros e muitos outros. “A partir daí, a função do arquiteto é criar o projeto que atenda melhor a todas as questões levantadas com soluções criativas para garantir funcionalidade e conforto ao edifício e aos seus usuários”, defende Perez.

Diferenciais dos projetos de arquitetura para ambientes de saúde




Projetar edifícios de saúde pressupõe do arquiteto conhecimento e domínio das diversas especialidades e tecnologias médicas, além da legislação específica do setor, fatores que têm impacto direto na organização destas instituições tão complexas. “Este conhecimento precisa ser constantemente atualizado dada a rapidez com que estas variáveis envolvidas na concepção dos projetos de saúde evoluem e mudam. Por isso, os projetos desta natureza necessitam de arquitetos especialistas”, defende a arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C + A Arquitetura e Interiores.


Organizar os espaços de tais edifícios requer planejamento que se inicia a partir da definição estratégica do negócio pretendido. “Esta definição deve ser uma via de mão dupla entre o arquiteto, o cliente e todos os envolvidos na formatação do ‘negócio’, pois grande parte, ou a maior parte, do investimento será feita na implantação do edifício, no projeto arquitetônico. A contribuição destes profissionais pode estimular o arquiteto a procurar novas soluções”, conta Ana Tabach.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Parceria com a Lincx para criar um ambiente inovador




O desafio de tornar mais acolhedor o ambiente hospitalar motivou as sócias da C+A Arquitetura e Interiores a criarem o LOUNGE-LINCX, um consultório médico na CASA COR São Paulo - evento que mobiliza a capital paulista, entre os dias 26 de maio e 14 de julho, no Jockey Clube. “Nosso projeto demonstra a possibilidade de se criar um ambiente rico, mesmo sendo para a saúde. A idéia de dar um movimento orgânico para as peças de mobiliário representa este desejo: dar a nossa contribuição, tanto na maneira como estes ambientes são vistos, como na idéia de criar espaços que contribuam para a saúde e não para o agravamento do estado do paciente”, explica a arquiteta Ana Paula Naffah Perez, diretora de projetos da C+ A Arquitetura e Interiores.